MARCHA PELA VIDA LISBOA
- Federação Pela Vida
- há 6 horas
- 2 min de leitura
COMUNICADO DE IMPRENSA
Lisboa, 24 de Março de 2026
Após apoio do Governo e de vários partidos, Marcha pela Vida espera ouvir a voz do Presidente da República
O Ministro da Administração Interna condenou o ataque de sábado como “extremismo violento”. A organização agradece o apoio recebido e considera que uma palavra do Chefe de Estado completaria a resposta institucional do país.
No passado sábado, 21 de março, um indivíduo lançou um cocktail Molotov em direcção ao palco de encerramento da Marcha pela Vida, junto à Assembleia da República, numa zona onde se encontravam famílias com crianças e bebés. Felizmente, o dispositivo não deflagrou. A PSP deteve o agressor no local.
A resposta institucional foi rápida. O Ministro da Administração Interna, Luís Neves, classificou o sucedido como “extremismo violento”. Representantes de vários partidos condenaram publicamente o ataque. A organização agradece estas tomadas de posição, que reforçam o que deveria ser consensual: o direito de manifestação pacífica é inviolável.
Neste contexto, e depois do apoio expresso por membros do Governo e da Assembleia, seria para nós importante ouvir também a voz do Presidente da República. O Chefe de Estado é, nos termos da Constituição, o garante do regular funcionamento das instituições democráticas. Uma palavra sua sobre este ataque completaria a resposta institucional do país e enviaria um sinal claro de que a violência contra manifestações pacíficas não tem lugar em Portugal.
“Agradecemos ao Ministro da Administração Interna e aos partidos que se pronunciaram. A resposta das instituições tem sido clara e isso honra a nossa democracia. Acreditamos que uma palavra do Presidente da República sobre o direito de qualquer cidadão se manifestar sem medo completaria esse sinal de forma decisiva.”
- Nuno Marques Afonso, Coordenador-Geral da Marcha pela Vida de Lisboa
A Marcha pela Vida reuniu cerca de 4.000 participantes em Lisboa e realizou-se em simultâneo em 12 cidades de Portugal. É a maior manifestação anual pela defesa da vida no país e existe para dar voz a quem não a tem. No último ano, realizaram-se 18.000 interrupções voluntárias da gravidez em Portugal - 300.000 desde 2007. Milhares de mulheres enfrentam gravidezes difíceis sem apoio adequado. Milhares de doentes não têm acesso a cuidados paliativos. Foi por eles que 4.000 pessoas marcharam no sábado. É por eles que continuaremos a marchar.
NOTAS PARA A REDACÇÃO
Sobre a Marcha pela Vida de Lisboa: Iniciativa pública, apartidária e aconfessional. marchapelavida.pt
Dados da edição 2026: Cerca de 4.000 participantes em Lisboa (percurso Praça de Camões → Assembleia da República). Realização simultânea em 12 cidades portuguesas.
Contacto de imprensa: Nuno Marques Afonso, Coordenador-Geral da Marcha pela Vida de Lisboa — geral@marchapelavida.pt | 915650977




Comentários