Comunicado
- Federação Pela Vida
- há 23 horas
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FEDERAÇÃO PELA VIDA DENUNCIA ATAQUE TERRORISTA À
MARCHA PELA VIDA EM LISBOA
No dia 21 de março, realizou-se em Lisboa a Marcha pela Vida, que terminou
em São Bento. Pouco após a chegada ao Parlamento, onde participaram
milhares de pessoas, e tendo-se já iniciado os discursos, um grupo de pessoas
aproximou-se do palco com uma atitude provocadora. Traziam consigo uma
caixa.
A organização solicitou que se deslocassem para outro local, o que foi
cumprido.
Passada uma hora sobre a chegada destes indivíduos, e estando ainda no largo
algumas centenas de pessoas, um dos elementos retirou da referida caixa —
que anteriormente esteve encostada ao palco — um dispositivo incendiário.
O indivíduo correu em direção ao palco, onde se encontrava a maioria dos
presentes, incluindo crianças e bebés, tentou efetuar a ignição e arremessou o
engenho contra as pessoas.
Felizmente, a ignição falhou, embora o combustível utilizado no dispositivo
tenha ensopado várias pessoas, incluindo dois bebés. Os restantes elementos
do grupo fugiram, mas o atacante foi detido pela PSP.
A PSP, tal como a Federação pela Vida, possui testemunhos e imagens de
todos estes factos. Perante os dados apurados – um ato planeado por um
grupo de pessoas, que por razões políticas procuram atacar alvos que causem
impacto – não nos restam dúvida, que estamos diante de um ato terrorista.
Não tivesse a ignição falhado e estaríamos hoje a falar da morte de crianças e
bebés. Contudo, o falhanço do atentado não pode escamotear que uma
organização política planeou e procurou executar um ataque com um engenho
incendiário contra um evento público repleto de famílias, jovens e crianças.
Pelo exposto, a Federação pela Vida vem instar:
Que este ataque seja tratado pelas autoridades como o ato de
terrorismo que é. É urgente que sejam investigados todos os que a ele
estiveram ligados.
Que, caso se venha a provar a ligação entre os atacantes e alguma
organização política, esta seja declarada organização terrorista, tal
como previsto na Lei de Combate ao Terrorismo (Lei n.º 52/2003, de
22 de agosto).
Que todos aqueles que, especialmente no exercício de poderes
públicos, têm usado nos últimos anos um tom de ódio contra o
movimento próvida — acusando-nos de inúmeras iniquidades —
coloquem a mão na consciência e compreendam as consequências do
seu discurso.
A Federação pela Vida irá pedir uma audiência ao Senhor Ministro da
Administração Interna, bem como, oportunamente, ao Senhor Procurador
Geral da República. No momento apropriado, esta Federação irá também
constituir-se como assistente no processo judicial que se seguirá.
A violência é sempre censurável, mas quando praticada num acto público, pela
sua potencialidade e alarme social é ainda mais grave.
Num Estado de Direito os Poderes Públicos têm o superior dever de agir em
conformidade.
Lisboa, 23 de Março 2026
A Direcção da Federação Portuguesa pela Vida
Contacto:
Secretaria da Federação Portuguesa pela Vida – geral@federacaopelavida.pt




Que as consequências do processo legal sejam o mais positivas possíveis para o bem comum. Principalmente crescimento pessoal e institucional de tolerância, inclusão e respeito face a manifestações de paz, próvida, respeito pela dignidade humana, daqueles quem têmopiniões e valores diferentes a esses.